segunda-feira, 5 de maio de 2008

Eu quero ver Nosferatu.


Cadê o meu, cadê?


Sem mais, o dia tá um porre.


Frio, sem café e com estudo chato do Grant.

domingo, 4 de maio de 2008

Concerto de Rua e Stones - Santos.


Eu sou definitivamente uma cellista frustrada - eu já admitia isso com 17 anos e continuo admitindo com 21 [ou quase 21.]
Afinal de contas, o que adianta uma cellista sem professor trancada num quarto vermelho todos os dias perdendo as digitais enquanto não pode fazer a exposição do som do seu amorzinho?
Aí, neste sábado passado e bagunçado que foi acho que o que o salvou no final das contas foi ver quatro mocinhos na rua lá em Santos tocando - um quarteto de cordas, na verdade. Uma graça. Adorei. Muito divertido - tanto que, quando começou o Concerto em Sol do Vivaaaardi eu me matei de rir! E no final das contas eu ficava que nem torcedor em final de jogo de futebol para que as notas saíssem afinadas e que os onibus e o vento não atrapalhasse a música.

De qualquer maneira a volta não foi nada divertida - se eu tivesse ficado teria sido no mínimo mais interessante.
A única coisa boa de tudo isso foi ver algumas pessoas. Isso sim foi bom. Só não foi melhor porque eu não estava lá aquela pessoa receptiva para boas coisas - culpa minha, provável - ninguém mandou ser trouxa. MAS convenhamos, conversas são úteis e franquezas também. Ontem admiti uma coisa pela primeira vez e pela última.

E eu ainda continuo frustrada. Quero tocar com gente. Quanto mais gente, melhor, claro.
Aí nesse caso sorrisos sobram, certamente.
[Foto do dia 27/04 em São Paulo com Jorge Ben e Meninas-queridas atrás - d'eu]

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Av. de Mayo.

Cansei de escutar músicas - [ últimamente tenho escutado muito tango, isso é um perigo]
Tô aqui matando o tempo e morrendo de sono.


O que está feito, está feito.

Vou escutar The Cure e pensar que amanhã eu posso encontrar alguém que venda algodão-doce e que não me questione sobre eu querer criar um porco ou um pato - e ainda por cima sugerir um ganso - eles protegem mais - é o que dizem. Afinal de contas, quem iria se meter a besta com alguém que tem um ganso?

Eu não gostaria de experimentar.

Hoje foram dois emails e uma ligação na hora da abóbora - então, deixa para lá.
Pelo menos AQUI tá tudo parcialmente resolvido.

Um beijo para mim. Graça. Docinho da vida.

Re-começo sem pensamento.

Você fica de saco cheio, liga para alguém.
Diz que a conversa ficou um saco e começa assim aquela briga de sempre.

Para todos os defeitos, brigas são boas para dizer aquelas verdades ou inverdades que você gostaria de dizer, mas não sabe como.

Se no final delas ainda existe esperança de um re-começo, vale a pena.


Vale a pena? Veremos.
...Espera...

E de qualquer forma nesses momentos em que pessoa se 'encontra perdida por aí', o melhor é se achar e não ficar perambulando ou esperando alguém chegar, alguém que pode até prometer chegar, mas no final das contas não dá as caras.

É bem melhor assim. Não há o que se esperar do que não sabe o que se quer, exatamente.
Acho que eu poderia ficar horas e horas escrevendo sobre isso e mesmo assim ainda não entender exatamente o que aconteceu/acontece nessa situação.
Só dá pra resumir que é uma maluquice. E das boas. E das grandes.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Amanhã tem show da Fernanda Takai e eu não tenho ninguém novo para convidar.
Aqueles que iriam, não vão mais.
Só restou eu.

Vou me convidar para ir.

[pessoas novas fazem diferença no começo]

terça-feira, 29 de abril de 2008

A desconexão do ser - acompanhada de um chá qualquer

[O chá não existe mais, agora é só mero título]

O que eu ganhei ontem foi uma comparação muito agradável: eu consigo ser tão dramática quanto Nelson Rodrigues - NATURALMENTE! E além disso, eu consigo ser normal, tão normal que chega até a ser estranho, mas aí alguma coisa acontece... E sabe o que é? É, eu também não, desliguei a conversa e fui dormir.
"O melhor do jogo é antes do jogo"
Ainda deu para assistir Corra, Lola, corra. Sonhar com coisas absurdas [como sempre] com tintas no sonho, casa velha, uma velha, propriamente. Eu lembro que no sonho eu tinha que cuidar de um senhor e que a casa dele era cheia de coisas antigas e perigosas (o cara era um antigo exorcista) por isso na casa dele aconteciam diversas coisas estranhas. Claro, sonhos Drielísticos. Quem mais sonha essas coisas?
Ah, eu sonhei que tava num supermercado também, na sessão de plásticos coloridos - eu já disse que adoro plásticos coloridos? Então. Essa foi a parte agradável do sonho. O resto foi muito desgastante.
Agora preciso ir. Terminar o relato de um dia repleto de coisas feitas e terminar um Dotzauer a me esperar.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Diz que fui por aí...

Vejamos.
Resumo: 3 semanas - Curitiba. Margarida morta. Ausência das minhas cordas novas. Ausência de outros sentimentos humanos. Refrigerante de Gengibre. Vontade de ir mais para baixo. Acabei voltando para cima, novamente. Sentimento de cachorro que come resto do restaurante.
Volto. Volto outra vez. Agora com coisas diferentes esperando. Coisas diferentes, comportamentos diferentes. Saudades imensas de coisas que você esquece dois minutos depois e não faz tanta questão. Um mar de probabilidades e nem uma onda de acontecimentos. Alguns abraços amigos merecidos. Muitas tintas pelo corpo - nariz, bochecha, boca, mão, coxas. Ausência de leitura. Re-começo dos estudos musicais - óh, finalmente. Aniversário de criança. Primeiro-primeiro-pedaço-de-bolo. Virada cultural e de festa. Sono do show do Lobão. Beijo do palhaço. Telefone na cara sem querer. Saco cheio e vontade de mudar outra vez.
Devo ter sangue cigano. Ou simples saco cheio das coisas mesmo. Sempre é assim. Eu sempre me livro das coisas que não me fazem mais feliz.

Outra constatação importante: De agora em diante não quero/preciso/necessito de relacionamentos amorosos. Culpa dos outros? Não. Minha máxima culpa mesmo. Dei um tempo.

Diz que fui por aí.